AS MÃOS DAS ÁGUIAS

espectáculo para a infância | apresentação ao ar livre ou em sala | português | 50 minutos possibilidade de conversa e construção de bonecos de barro com as crianças após o espectáculo | disponível para circulação

Três contadores vêm partilhar três histórias que aconteceram quando não era ainda nenhuma vez, quando as mães ainda não tinham nascido, quando se começaram a fazer perguntas e quando o bater das asas das águias era o único ponteiro do tempo. Através das palavras dos contos A Água e a Águia, de Mia Couto, Mãezambik, de Manu Sarujine, e As Mãos dos Pretos, de Luís-Bernardo Honwana, os três actores vão fazendo perguntas e traçando o espectáculo também com as respostas dos espectadores mais novos.

Ouvindo diferentes vozes e espreitando um cenário que tem três lados distintos para três histórias diferentes, os espectadores são primeiramente convidados a investigar a forma das letras e das palavras, pois só assim podem conhecer as águias que comereram os iis dos seus nomes para saciarem a sede. Depois, tentam perceber o que é pertencer a um lugar, e de onde vem o mundo, e se este nasceu do big-bang ou da barriga duma mãe universal. E para terminar, actores e espectadores interrogam-se em conjunto porque é que a nossa pele é de uma cor ou de outra, e porque é que há pessoas que não conseguem ver a beleza de todas essas cores diferentes, e porque é que temos de continuar a repetir a palavra igualdade.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

textos Mia Couto, Manu Sarujine e Luís-Bernardo Honwana direcção Miguel Jesus dramaturgia Miguel Jesus e Susana Mateus co-criação Susana Mateus, Juliana Capilé, Nylon Princeso e Dora Sales com Juliana Pinho/Dora Sales, Miguel Jesus e Nylon Princeso música João Pedro Silva espaço cénico Pedro Pinto-Pinto e Dora Sales visualidade Dora Sales fotografia Alexandre Nobre ediçãovídeo Pedro Ribeiro e alunos da Escola Profssional Jean Piaget apoio som Miguel Lima construção cenográfica Berbere Quim produção Alexandre Viegas apoio à encenação e desenho e construção de adereços Afonso Jesus e alunos das Escolas parceiras

criação Galateia co-produção Festival Todos, Festival Internacional de Artes de Rua e Festival Sementesapoio financeiro Fundação GDA apoios internacionalização Fundação GDA e Direcção-Geral das Artes apoio material cenográfico Teatro O Bando outros festivais parceirosFestival Altitudes, Festa do Teatro de Setúbal eFestival Internacional de Teatro de Inverno outras parcerias Um Colectivo, Instituto Piaget, Escola Básica de Vila Aboim, Escola Básica Maria da Luz Deus Ramos

ESTREIA E APRESENTAÇÕES

Espectáculo estreado a 30 de Junho de 2022 na Escola Maria da Luz Deus Ramos, Galinheiras, Lisboa, e apresentado posteriormente: no Festival Internacional de artes de Rua, Palmela; no Festival Todos, Lisboa; no Festival Sementes, Almada; no Festival Altitudes, Serra de Montemuro; na Festa do Avante, Amora-Seixal; na Casa da Música Jore Peixinho, Montijo; no Cine-Teatro João Mota, Sesimbra; no Grupo Recreativo e Deportivo e Cultural de Craveiras, Pegões; na Escola Básica de Ribafria; no Cine-Teatro de Torres Vedras; no Espaço X-Hub, Maputo; o Museu Mafalala, Maputo; no Centro Cultural Municipal Ntsindya, Xipamanine, Maputo; no Makhal'Artes, Polana Caniço, Maputo; na Casa do Professor, Matola; no Espaço Educativo Colibri, Palmela; na Festa do Teatro, Setúbal; no Festival de Teatro Infanto-Juvenil Palcos, na Venda do Pinheiro. Ao longo de dois anos de itinerância, AS MÃOS DAS ÁGUIAS já se apresentou para mais de 1000 espectadores, recolhendo apreciações muito positivas.


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